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Homenagem de João Santana ao Comandante Hugo Chávez PDF Imprimir E-mail
Escrito por Jessica Rodríguez García   
Lunes, 25 de Marzo de 2013 08:56

Para asistir al video realizado por el periodista João Santana, clique en el link a continuación:

https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=c9fAJGzCrDg

Última actualización el Viernes, 23 de Agosto de 2013 12:25
 
50 verdades sobre Hugo Chávez e a Revolução Bolivariana PDF Imprimir E-mail
Escrito por Jessica Rodríguez García   
Miércoles, 20 de Marzo de 2013 11:01

Texto de Gilberto Maringoni (07/03/2013)

Razões pelas quais o chefe de Estado venezuelano marcou para sempre a história da América Latina

O presidente Hugo Chávez, que faleceu no dia 5 de março de 2013, vítima de câncer, aos 58 anos, marcou para sempre a história da Venezuela e da América Latina.

1. Jamais, na história da América Latina, um líder político alcançou uma legitimidade democrática tão incontestável. Desde sua chegada ao poder em 1999, houve 16 eleições na Venezuela. Hugo Chávez ganhou 15, entre as quais a última, no dia 7 de outubro de 2012. Sempre derrotou seus rivais com uma diferença de 10 a 20 pontos percentuais.

2. Todas as instâncias internacionais, desde a União Europeia até a Organização dos Estados Americanos, passando pela União de Nações Sul-Americanas e pelo Centro Carter, mostraram-se unânimes ao reconhecer a transparência das eleições.

3. Jimmy Carter, ex-presidente dos Estados Unidos, inclusive declarou que o sistema eleitoral da Venezuela era “o melhor do mundo”.

4. A universalização do acesso à educação, implementada em 1998, teve resultados excepcionais. Cerca de 1,5 milhão de venezuelanos aprenderam a ler e a escrever graças à campanha de alfabetização denominada Missão Robinson I.

5. Em dezembro de 2005, a Unesco decretou que o analfabetismo na Venezuela havia sido erradicado.

Última actualización el Miércoles, 20 de Marzo de 2013 11:06
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Hasta siempre, comandante PDF Imprimir E-mail
Escrito por Jessica Rodríguez García   
Miércoles, 20 de Marzo de 2013 10:57

Texto de Chico Alencar

A história da Venezuela só começou a ter protagonismo popular e relevância internacional a partir da chamada Revolução Bolivariana. Até então a sucessão de golpes na democracia precária servia apenas para garantir à sua elite oligárquica e aos interesses transnacionais o que a riqueza do petróleo propiciava. Eram as veias abertas da América Latina sangrando.

A ascensão de Hugo Chávez ao poder começou em 1989 com o “Caracazo”, revolta popular contra as medidas neoliberais do Governo Carlos Andrés Perez. O massacre aos manifestantes pelo Exército foi uma das principais razões que levou militares de patente média a tentarem a tomada armada do governo, três anos depois.

Em 1999, Chávez, que ficara 2 anos preso, foi eleito presidente e liderou reformas que tinham o objetivo de romper com os mecanismos eleitorais, legislativos e judiciais de perpetuação da oligarquia no poder. Ao buscar uma democracia de novo tipo, baseada em referendos e consultas diretas aos cidadãos, incorporou ao processo democrático o(a)s moradores das periferias urbanas que não se sentiam representados pelos partidos tradicionais – ligados aos interesses das elites do país.

Última actualización el Miércoles, 20 de Marzo de 2013 11:00
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Anita Prestes: Hay que mantener el legado de Hugo Chávez [Vídeo] PDF Imprimir E-mail
Escrito por TeleSur   
Miércoles, 13 de Marzo de 2013 08:46

La historiadora brasilera Anita Prestes comenta en reciente entrevista a TeleSur que es tarea de los revolucionarios latinoameriacanos y del pueblo de Venezuela mantener vivo el legado de Hugo Chávez.

Entrevista Historiadora Anita Prestes

Última actualización el Miércoles, 13 de Marzo de 2013 08:50
 
A Pátria Grande jamais se esquecerá de Hugo Chávez PDF Imprimir E-mail
Escrito por Granma Internacional   
Lunes, 11 de Marzo de 2013 14:50

 Líderes políticos expressam suas condolências pela morte do presidente bolivariano

PRESIDENTES e líderes políticos de vários países expressaram suas condolências pela morte do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, com mensagens a sua família e ao povo da República Bolivariana.

“Estamos devastados pela morte do irmão companheiro Hugo Chávez”, comentou o chefe de Estado boliviano, Evo Morales, com voz entrecortada.

Chávez foi um “irmão solidário”, um companheiro revolucionário, um latino-americano que lutou por sua pátria, pela Pátria Grande, como também fez Simón Bolívar”, acrescentou ao anunciar sua viagem a Caracas para participar do funeral e decretar luto nacional de uma semana.

Em Brasília, a presidenta Dilma Rousseff descreveu Chávez como “um grande latino-americano”  cuja morte “deixa um vazio na região”.

“Reconhecemos em Chávez um grande líder, e, sobretudo, um amigo do Brasil”, sua morte foi “uma perda irreparável”, disse Rousseff.

Por sua vez, o ex-presidente e atual líder do Partido dos Trabalhadores do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou que “neste dia tão triste, tenho confiança em que seu exemplo de amor à pátria e sua dedicação à causa dos menos favorecidos continuarão iluminando o futuro da Venezuela”.

A presidenta da Argentina, Cristina Fernández, também anunciou que viajará a Caracas e decretou três dias de luto nacional, em homenagem ao presidente Chávez.

Igualmente, o chefe de Estado do Equador, Rafael Correa, decretou três dias de luto nacional no país andino, pela morte do presidente venezuelano, que — afirmou — “continuará mais vivo que nunca, inspirando as revoluções na América Latina.

Na Nicarágua, realizou-se uma homenagem na Praça da Revolução de Manágua, liderada pelo presidente, Daniel Ortega, e pela primeira dama, Rosário Murillo, onde afirmaram que Chávez continuará vivo entre os homens e mulheres da América Latina e o Caribe.

Entretanto, o presidente uruguiao, José Mujica, expressou sua confiança “no povo venezuelano”, no seu governo e na “fortaleza dessa democracia” da qual Chávez “foi um grande construtor”.

O presidente chileno, Sebastián Piñera, transmitiu seu pesar pela morte do líder bolivariano e afirmou que sempre soube apreciar “a força, o compromisso, com o qual o presidente Chávez lutava com suas ideias”.

No El Salvador, Mauricio Funes, enviou uma carta de condolências ao vice-presidente executivo, Nicolas Maduro, onde qualifica o líder da Revolução bolivariana como “um patriota, um homem de pensamento e acionar transformador, que governou para seu povo e mudou a realidade de desigualdade e exclusão que sofria” antes de sua chegada a Miraflores.

O ex-presidente de Honduras, Manuel Zelaya, afirmou que “hoje Hugo Chávez passa a esse lugar dos homens que nunca morrem, porque estão no coração do povo latino-americano”.

Os governos da Colômbia, Haiti, México, Guatemala, Peru, Paraguai, República Dominicana, Costa Rica e Jamaica também expressaram suas condolências pela morte do líder bolivariano e se solidarizaram com sua família e seu povo.

Da mesma maneira, o ex-presidente dos Estados Unidos, Jimmy Carter, enviou suas condolências à família de Chávez.

Da Europa, o presidente francês, François Hollande, expressou seu pesar ao povo venezuelano e afirmou que Chávez “marcou profundamente a história de seu país”.

Entretanto, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, ofereceu seu “profundo pesar” ao povo venezuelano. (SE)

 

 

Última actualización el Lunes, 11 de Marzo de 2013 14:51
 
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